Pedro Nascimento Cabral valoriza preservação da história e identidade de Ponta Delgada
O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, valorizou o trabalho efetuado na preservação da história e identidade da população de Ponta Delgada, durante a cerimónia de batismo do bote baleeiro João Tavares, realizado no Clube Naval de Ponta Delgada.
A iniciativa surgiu do trabalho conjunto da empresa Futurismo e o Clube Naval de Ponta Delgada, permitindo garantir a presença de dois botes baleeiros para os atletas do Clube Naval praticarem vela e remo.
"É emocionante assistir a este um momento histórico, que comprova que trabalhando em conjunto é possível atingir objetivos, que de outra forma não seriam alcançáveis! É o caso deste feito da Futurismo, que com este protocolo com Clube Naval de Ponta Delgada, nos faz revisitar a nossa história ao mesmo tempo que garante a sua perpetuação no tempo, para conhecimento das gerações futuras”, afirmou Pedro Nascimento Cabral.
O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada valorizou o interesse social e cultural, envolvido neste projeto, para preservar a história dos baleeiros em Ponta Delgada.
"A Futurismo foi além da sua vertente económica e colocou a cima disso tudo, um interesse social e cultural, que nos enriquece enquanto povo e lugar. É uma atitude de elogiar, que não passou despercebida à Câmara Municipal de Ponta Delgada, levando-nos a desafiar outras instituições a aprimorar as suas atividades nos Açores e pelos Açores. Esta iniciativa deve ser um exemplo a seguir por outras entidades”, vincou.
Pedro Nascimento Cabral deixou ainda uma palavra especial ao mestre João Tavares que “dá-nos, hoje, a honra de termos em Ponta Delgada um bote com o seu nome, perpetuando esta arte e materializando este conhecimento do povo açoriano. Em nome da Câmara Municipal e em meu nome pessoal, enquanto cidadão, obrigado pela importante obra que nos entrega. Temos o dever e a obrigação de receber este legado, homenageá-lo e projetá-lo para as gerações vindouras, que têm o dever de perceber quem são, de onde vieram, onde vivem e o que são esses Açores imensos que nós trazemos sempre na alma”.
