Memória de Antero de Quental evocada no 473.º aniversário da cidade de Ponta Delgada
Conteúdo atualizado em3 de abril de 2019às 12:13
Passar para o Conteúdo Principal
TopAgende o seu atendimento presencial ou online
Diretório de Serviços Municipais
Os nossos Serviços Online
![]()
No dia em que comemorou o seu 473.º aniversário como cidade, Ponta Delgada lembrou a obra, vida e legado de Antero de Quental.
Ontem, numa cerimónia simples, mas simbólica, foi inaugurado o arranjo de dignificação do “Banco de Antero”, no Campo de São Francisco.
Como referiu o Presidente do Município, “muitas homenagens foram feitas a Antero, nomeadamente através da toponímia, mas este é um espaço que não podia ficar indiferente: o Campo de São Francisco não é o mesmo sem esta memória”.
José Manuel Bolieiro destacou o “pensamento e ensinamentos para a Cultura, para a Europa e para o Mundo” de Antero e a sensibilidade ímpar expressa nos seus sonetos.
“...deve haver uma relação profunda entre o homem e a terra em que nasceu e se criou.”, pode ler-se junto ao “Banco de Antero” (excerto da carta de Antero de Quental a Oliveira Martins, de 15 de março de 1887, selecionado por Ana Maria Almeida Martins).
Como apontou o edil, o patrono do liceu de Ponta Delgada manteve sempre uma relação próxima com a sua terra, expressando saudade da mesma quando viveu Coimbra.
Alunos da Escola Secundária Antero de Quental, sob a coordenação de Maria João Ruivo, abrilhantaram a inauguração com um momento literário, recitando quatro sonetos de Antero.

