Cristina Canto Tavares convoca 'todos para fazer parte da solução'
“Pensar Para Agir foi o propósito deste encontro, que permitiu a Câmara Municipal de Ponta Delgada reunir-se com os melhores dos melhores no que toca a conhecimento sobre as problemáticas sociais e estão todos convocados para fazer parte da solução! Estamos juntos neste propósito!", afirmou a vereadora da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Cristina do Canto Tavares.
A responsável autárquica fazia o balanço da Conferência “Pensar Para Agir - As Problemáticas Sociais Resultantes dos Novos Consumos”, no Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, agradecendo às entidades participantes e mostrando-se de “olhos postos no caminho a ser percorrido. No caminho de fazer o bem, bem feito".
“Falámos, refletimos e debatemos abertamente sobre o impacto das dependências no desenvolvimento social, das abordagens integradas que já existem, daquelas que estão em falta e de boas práticas de intervenção social, junto da população em situação de exclusão social, mas, também de redução de riscos e de minimização de danos no trabalho com pessoas em situação de vulnerabilidade”, vincou.
Cristina do Canto Tavares avançou que "têm sido desenvolvidos trabalhos profícuos com várias entidades e um exemplo de um projeto que pretendemos concretizar e vem ao encontro do que está a faltar em Ponta Delgada e na ilha, é aquele que está a ser elaborado em parceria com a Casa de Saúde de São Miguel e trata-se de uma unidade de pós-tratamento. Uma residência comunitária de acompanhamento especializado e multidisciplinar destinada a oito pessoas, que não irão cair nas falhas do sistema, após o demorado e trabalhoso processo de recuperação".
No que toca à estratégia social, a vereadora da Câmara Municipal destacou que "nós enquanto políticos e agentes promotores da mudança, temos de fazer um trabalho de comunicação e sensibilização junto da comunidade e das Juntas de freguesia. Seja para a maior aceitação destas pessoas que se encontram fragilizadas, seja para promover um olhar diferente, da não marginalização e da não estigmatização e, sobre este assunto, temos muito a aprender com a Associação Crescer e com outros municípios do continente Português. No que toca às respostas para este flagelo, devemos ter coerência e consistência nas medidas que nós queremos implementar, no apoio às instituições particulares de solidariedade social que se debatem diariamente com necessidades de recursos humanos, investimento técnico nas suas infraestruturas e precisam de um apoio que perdure, pois só assim poderemos alcançar resultados e é isso que todos nós queremos, ver resultados".
