“Tudo o que faça a diferença para melhorar a condição e a saúde da mulher é bem-vindo”, diz Cristina do Canto Tavares
A Vereadora com o pelouro da Ação Social da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Cristina do Canto Tavares, afirmou esta sexta-feira, que “tudo o que faça a diferença para melhorar a condição e a saúde da mulher é bem-vindo”, uma vez que é “objetivo prioritário” da autarquia.
“Todo o tipo de iniciativas que envolvam a saúde e o bem-estar são importantes porque, direta ou indiretamente contribuem para a qualidade de vida dos nossos munícipes”, afirmou a autarca.
Cristina do Canto Tavares, que falava no Centro Natália Correia, durante a sessão de abertura do ‘1.º Congresso Açoriano na Saúde da Mulher’, elogiou a “ousadia” e “coragem” da organização do evento, que durante dois dias vai reunir vários especialistas para debater assuntos análogos à matéria.
“Foi com muito agrado que respondemos ao apelo da Dr.ª Noélia Arruda para nos associarmos a este evento pioneiro em Ponta Delgada. É preciso uma pessoa inspiradora e com visão para trazer até aqui uma temática tão pertinente como o desenvolvimento biopsicossocial da mulher. Este é um assunto que me é muito querido porque sou mulher e, certamente, também o é para milhares de outras mulheres”, salientou a Vereadora.
Para Cristina do Canto Tavares, esta iniciativa vem ao encontro das linhas orientadoras que o município continuamente desenvolve no apoio, definição e promoção de estratégias locais que favoreçam a saúde.
“Temos vindo a aprimorar a nossa atuação junto das várias faixas da população. Criámos um conjunto de ações de prevenção e de resposta de saúde, orientadas para as práticas e hábitos de vida saudáveis, que tenham impactos positivos na saúde física, psicológica e social dos nossos concidadãos. Um excelente exemplo disso é o nosso Plano Municipal de Envelhecimento Ativo e Plano Municipal de Juventude”, explica autarca.
No fim do seu discurso, Cristina do Canto Tavares relembra também que a autarquia tem tido “o cuidado de acompanhar e de definir estratégias que confiram justiça e igualdade de direitos aos munícipes e colaboradores”, como é o caso do Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação, dado que “é fundamental orientar, sempre, a nossa ação com equidade de critérios, junto daqueles que, por preconceito, ainda são enraizados em certas faixas sociais”.
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