Pedro Nascimento Cabral enaltece percurso autonómico e legado do primeiro Governo Regional
Conteúdo atualizado em9 de setembro de 2026às 10:48
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O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, enalteceu o percurso de 50 anos da Autonomia dos Açores e o legado daqueles que protagonizaram a instalação do primeiro Governo Regional, considerando que a construção autonómica deve continuar a ser aprofundada e projetada para responder aos desafios das novas gerações.
“A Autonomia transformou profundamente os Açores e permitiu aos açorianos assumirem a responsabilidade de decidir sobre o seu próprio futuro. Celebrar estes 50 anos é reconhecer uma conquista histórica, mas é também reafirmar que a Autonomia é um processo vivo, que deve continuar a evoluir ao serviço dos Açores e dos açorianos”, afirmou o autarca.
Pedro Nascimento Cabral falava à saída da cerimónia comemorativa dos 50 anos da tomada de posse do I Governo Regional dos Açores, realizada no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, e que reuniu antigos e atuais protagonistas do percurso autonómico regional.
A sessão evocou a constituição do primeiro governo próprio dos Açores, que representou a concretização institucional da autonomia político-administrativa consagrada na Constituição da República Portuguesa e deu resposta às aspirações autonómicas do povo açoriano.
“Devemos uma palavra de profundo reconhecimento a João Bosco Mota Amaral e a aos membros do primeiro Governo Regional. Foram pioneiros na construção das instituições autonómicas e assumiram, num período particularmente exigente da nossa história, a responsabilidade de lançar os alicerces da governação própria dos Açores”, salientou Pedro Nascimento Cabral.
Além de João Bosco Mota Amaral, foram homenageados os restantes membros do Governo Regional da primeira legislatura, num reconhecimento da sua participação fundadora na instalação do primeiro executivo regional e na subsequente organização das instituições da governação autonómica.
Para o Presidente da Câmara Municipal, assinalar meio século de Autonomia implica também preservar a memória coletiva e transmitir às novas gerações a importância de uma conquista que alterou decisivamente o desenvolvimento político, económico e social do arquipélago.
“Honrar quem abriu caminho exige-nos também olhar em frente. A melhor forma de preservar este legado é continuar a aperfeiçoar a nossa Autonomia, fortalecendo a capacidade de decisão dos Açores e garantindo que ela permanece um instrumento de desenvolvimento, coesão e criação de oportunidades para todos os açorianos”, concluiu Pedro Nascimento Cabral.