CMC abre as suas portas a Carlos Arruda “e uma herança de África tornou-se memórias”
O Centro Municipal de Cultura dá a conhecer a coleção de Carlos Arruda, “e uma herança de África tornou-se memórias”, dia 14 de julho, sexta-feira, pelas 18h30.
Dezenas de peças de Arte Africana, que vão desde as máscaras, esculturas, peças de caça e do quotidiano a armas, pinturas e fotografias, vão estar patentes neste espaço municipal, de 17 de julho a 15 de setembro.
Esta exposição resulta “dos esforços [de] Carlos Arruda, [que] homenageando sempre o pai, continuou a [sua] coleção, homenageando todos os homens artistas nas suas vidas, tornando a terra que nos foi dada, mais bela”, refere Maria Manuel Arruda, no texto do catálogo sobre esta iniciativa.
Carlos Arruda, entre 1966 e 1970, cumpriu o serviço militar obrigatório em Portugal e Angola, onde começou o seu interesse pela arte indígena, já manifestada pelo seu pai.
O responsável por esta exposição esteve ligado à Assistência Médica Internacional (AMI) desde 1996 e de 2011 a 2015 foi delegado em Ponta Delgada. É sócio da Cruz Vermelha (Delegação de Ponta Delgada), fez voluntariado como ortopedista em Cabo Verde de 2006 a 2011 e tem quatro livros publicados.
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