Bolieiro considera vida e obra do Monsenhor Weber Machado “inspiração de atitude e de exemplo”
Conteúdo atualizado em24 de novembro de 2018às 12:48
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O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada afirmou, ontem, que “a vida e obra do Monsenhor Weber Machado Pereira já serviu e serve de muito e servirá sempre de inspiração de atitude e de exemplo” na solidariedade social e no respeito do princípio da dignidade da pessoa humana .
José Manuel Bolieiro, que presidiu ao lançamento do livro “ Denunciar, Formar, Amar”, da autoria de Monsenhor Weber Machado Pereira, sustentou que o Monsenhor é “subtil no dizer, nas impactante no fazer”, reconhecendo na sua vida e obra “coerência e consistência” e um património espiritual e cultural ímpar.
A obra, com o prefácio do Padre António Rego, foi apresentada no auditório Luís de Camões, em Ponta Delgada. Reúne uma série de textos do sacerdote que foi o rosto da Cáritas de São Miguel por mais de quatro décadas, com a coordenação de José Manuel Santos Narciso, sublinha a importância da luta contra a pobreza e testemunha a vida de um homem da igreja conhecido pela sua ação junto dos mais pobres e marginalizados.
A apresentação do livro esteve a cargo de Américo Natalino de Viveiros, que destacou o “extraordinário combate do Monsenhor Weber Machado pela justiça social”, um homem que “sempre questionou políticas, lançou dúvidas e foi ao terreno ajudar os indigentes”, numa “cruzada que nem todos compreendem”.
José Manuel Santos Narciso afirmou a sua dupla satisfação, pois, “para além da obra que fica do Monsenhor, este livro deixa muitas lições de vida”. “É motivo de leitura e de reflexão”, sustentou.
O Monsenhor Weber Machado, com a humildade que o caracteriza, agradeceu os contributos para o livro agora apresentado, lembrou alguns episódios da sua vida solidária e desejou que “oxalá – o livro – tenha proveito na nossa comunidade”.
O evento contou com um momento musical protagonizado por Carlos Sousa, Fernando Mota, Ricardo Melo, Rafael carvalho e Anita Sousa, que interpretaram temas com letra de José Francisco Costa.
Recorde-se que em 2013 o Monsenhor apresentou, também no Auditório Luís de Camões, “Flashes, Roteiros e Vivências”.