Câmara Municipal de Ponta Delgada aposta em medidas de promoção da saúde mental
A Câmara Municipal de Ponta Delgada tem apostado em políticas públicas de inclusão e de promoção da saúde mental.
A garantia foi dada esta manhã pela Vereadora do Desenvolvimento Social, Cristina do Canto Tavares, na sessão de abertura do seminário “Suicídio sem Tabus”.
“Consciente de que a prevenção para a saúde pública é também a base de sustentação que contribui para a formação de uma sociedade mais aberta, ativa e inclusiva, nos últimos anos, a Câmara Municipal de Ponta tem apostado em políticas públicas de inclusão, igualmente, transversais às várias faixas etárias, ao género, e às várias problemáticas próprias das comunidades em desenvolvimento”, afirmou a autarca, lembrando a criação de conselhos municipais como o de Desenvolvimento Social e de Juventude e a implementação dos planos municipais para a Igualdade e a Não Discriminação e para o Envelhecimento Ativo e a Estratégia Local Integrada de Combate à Pobreza e à Exclusão Social.
Mesmo não tendo competências na área da saúde, o Município de Ponta Delgada, e como primeiro município dos Açores a integrar a Rede Nacional de Cidades Saudáveis, Ponta Delgada tem, desde à longa data, “o sentido de responsabilidade de levar a cabo projetos e de definir medidas com vista à saúde, num espírito de parceria e cooperação com os agentes sociais competentes”, de que é exemplo o protocolo de colaboração institucional com a Ordem dos Psicólogos Portugueses que visa a promoção da saúde mental junto da população e tem como medida pioneira a avaliação dos riscos psicossociais dos colaboradores do município.
Cristina do Canto Tavares parabenizou a Equipa de Saúde Mental Comunitária da Unidade de Saúde da Ilha de São Miguel pela iniciativa de lançar a discussão em torno do suicídio, um tema que afeta a transversabilidade das várias faixas etárias e sociais.
“Criar Esperança através da Ação, o lema com que, este ano, se assinala o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio é de facto a palavra de ordem, mas, não, apenas, quando se trata do tema em discussão neste seminário, mas, também de outras tantas problemáticas que afetam a saúde pública”, concluiu a edil, alertando para a premência de “discutir o suicídio sem tabus, para que se crie na comunidade uma consciência cívica de alerta e de compreensão para a importância da saúde mental, que não pode ser vista como flagelo e/ou preconceito, mas, sim como parte fundamental do desenvolvimento integral dos indivíduos e do bem-estar social”.
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