Passar para o Conteúdo Principal Top
Ponta Delgada
Câmara Municipal de Ponta Delgada
Câmara Municipal de Ponta Delgada Porta de Futuro
  • facebook
  • youtube
  • instagram
  • twitter
Hoje
Máx C
Mín C

Exposição "Um vazio presente" patente no Centro Municipal de Ponta Delgada até 2 de abril

Exposição "Um vazio presente" patente no Centro Municipal de Ponta Delgada até 2 de abril
31 Janeiro 2020

A exposição "Um vazio presente" da autoria de Filipe Franco, inaugurada esta quinta-feira na Galeria do Centro Municipal de Cultura (CMC), vai estar patente ao público até 2 de abril.
Constituída por 10 peças em carvão vegetal, em que a sombra se assume como elemento central, esta exposição poderá ser visitada de segunda a sexta-feira das 09h00 às 17h00 (exceto a 25 de fevereiro, dia de Carnaval) e as sábados das 14h00 às 17h00.
"Um Vazio Presente" aparece com um espaço de nove anos relativamente à última exposição de Filipe Franco, realizada na extinta Academia das Artes dos Açores.
Na inauguração da exposição, a Vereadora da Cultura, Maria José Lemos Duarte, agradeceu a Filipe Franco o facto de ter aceite o convite para expor no Centro Municipal de Cultura, sublinhando a importância deste espaço cultural da cidade e do concelho para a divulgação dos artistas regionais, nacionais e internacionais.
Em nome do Presidente da Câmara, José Manuel Bolieiro, e em seu nome pessoal, Maria José Lemos Duarte considerou ser uma honra para o Município receber a obra de Filipe Franco no CMC a aproveitou a oportunidade para salientar que este espaço cultural receberá, ao longo de 2020, várias exposições que prometem mostrar o que se faz de melhor a nível regional, nacional e internacional, entre as quais a da Fundação Serralves.
O artista agradeceu à Câmara Municipal de Ponta Delgada o convite e explicou que o seu novo trabalho representa a influência que o negro exerce sobre a forma, sendo a sombra o elemento central das 10 peças que agora podem ser apreciadas na Galeria do Centro Municipal de Cultura de Ponta Delgada.
A exposição de Filipe Franco explora a ambiguidade e a transfiguração espacial do objeto artístico e a sua capacidade de tornar o vazio visível, tornando-se presente.